by quirinpa

Pedra LumeA Voz
D
Dm Gm A7
Antes que o tempo tomasse forma…
Gm A# C
Uma Voz ergueu-se do silêncio…
A
“Eu Sou.”
| Dm C# C A# | Dm C# C A |
Dm Gm A7
Eu Sou a Voz, a luz dentro da pedra.
C Dm Gm Dm
O fogo da escolha que nunca se apaga
Gm C Dm C Dm
Embora as sombras caiam e o mundo grite forte
F A# Eº C C#7
Quem escolhe com o coração vive para sempre
Dm Gm A# C
Eu Sou, tu és, carregamos a mesma chama
Dm Gm A# A
Em toda a alma arde a luz que não se extingue
Dm Gm A# C
Do cristal na pedra à estrela no céu
Gm A# C C#7 | Dm C# C A# | Dm C# C A |
Tudo vem da Fonte e a Ela tudo vol---ta
1. Dizem que tudo é subjectivo, ilusão. Mas
“subjectivo” diz que há sujeito, então.
Onde há visível, tem de haver alguém que vê
Sem sujeito não há verdade nem qualquer ser.
A pedra parece morta ao olhar distraído
Mas ao sol revela cristais de luz escondidos
A mesma luz que brilha nas estrelas distantes
Brilha no pequeno, nos detalhes constantes
Não és tronco à deriva levado pela corrente
Tu és a água que corre, livre e consciente
podes correr, evaporar, voltar a nascer
A escolha é tua, a Voz nunca vai esquecer
2. As sombras são véus, não são a tua natureza
Dm Gm Eº A
A luz que carregas nenhuma treva apaga
Depõe o teu fardo aos pés do Eterno agora
F A# C C#
Caminha mais leve, sem vergonha nem demora
Dm C# C A#
Até a árvore seca guarda semente viva
Dm C# C A
Onde nada se espera, a vida ainda respira
Eu acredito em ti antes de te compreender
Gm Eº A C Dm
Antes dos frutos, antes do fim, antes de ver
C# C
Eu Sou a liberdade… Eu Sou o rio a fluir
A# Gm A#
Eu Sou o renascer que só quem crê vai sentir
Gm C Dm Gm
No silêncio caminho entre a terra e o céu
A# C | Dm C# C A#
E sussurro ao teu coração: “Tu e Eu… nunca morremos”
| Dm C# C A
Eu Sou a Voz, a luz dentro da pedra
O poder sereno que chama cada alma de volta
Gm
De toda sombra, de todo medo e corrente
Quem escolhe levanta-se novamente
Eu Sou, tu és, carregamos a mesma chama
E o Céu recorda o nome de cada alma
Dm Gm A# Dm A#
Lembra-te sempre... Eu Sou Contigo
Gm A# C Dm
E tu estas comigo eternamente.
Não te esqueças...
Tu estás Comigo.
Eu Sou.
Pedra LumeSalmo 1
G
Gm C
Bençãos ao homem que na Luz caminha.
Gm F Gm
Não segue os ímpios, nem do mal se avizinha.
A# F Gm C
Mas medita na Lei - em noite ou dia contido.
D F Gm C
Como arvore beira ao rio, tem tronco erguido.
Gm C
A terra firme, sua raiz aperta.
Gm
E seus frutos brotam na estação certa.
A# F
Folhas sempre verdes, firmes seus ramos.
Gm C
O Senhor sabe bem onde os pés assentamos.
Gm C
Mas o ímpio é como palha a dispersar,
Gm F Gm
quando um vento justo o vem assoprar.
A# F Gm
Não resiste, quando a Verdade vem.
D F Gm C
Escolheu o seu trilho, e a sua ruína também.
C F Gm
Deus segue os passos, retos ou tortos.
C F Gm
Guarda os humildes, levanta os mortos.
A# C
Mas a rua dos ímpios turva e curva.
D F
Enquanto a graça marcha, e nunca murcha.
Pedra LumeAranha
C
[Intro]
Como Deus era Adão, mas dele se afastou
Quis ser Leão da mata e a gazela perseguiu
[Verso 1]
Adão encheu o peito, com sonhos de realeza.
Mas quando o bom Leão surgiu, escondeu-se em esperteza:
“Sou só gazela frágil, pobre de mim”
Disse o rei: “Gazela não se nove assim”
“Sou a pedra que pontapeaste ao andar
Se me movo, foi teu pontapé que me fez voar”
[Verso 2]
Ao encolher Adão, o Leão expandiu
“Que teme uma pedra que não sofreu nem sentiu?”
Colidiu em desespero, e o leão feriu,
e alagou em sangue meia terra.
A maré veio e foi, e o vento soprou,
De pedra se fez pó, e daí o homem se levantou.
[Refrão]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, prestemos eternos”
[Verso 3]
Lebre orgulhosa e veloz parou para descansar
Tartaruga paciente seguia sem se apressar
Generosa despertou-a para o último lanço
Ofereceu-lhe a mão com bondade e cansaço
[Verso 4]
A lebre riu e subiu-lhe às costas com desdém
“Agora és minha bengala, a culpa é como me convém”
A tartaruga carregou o peso sem se opor
Era Leão disfarçado, mas rugia sem rancor
[Ponte]
A casca cresceu, e fez-se juba dourada.
Suave rugir saía em verdade proclamada:
"Dei-te a mão em auxílio, e assim me pagaste.
Corres para o castigo que tu mesmo fabricaste"
“Dou-te a mão sem vingança, e projetas-me tirano.
Que dizes de recomeçar, até sair do engano?”
[Refrão Final]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, Prestemos eternos"
Pedra LumeGazela
C
[Intro]
Como Deus era Adão, mas dele se afastou
Quis ser Leão da mata e a gazela perseguiu
[Verso 1]
Adão encheu o peito, com sonhos de realeza.
Mas quando o bom Leão surgiu, escondeu-se em esperteza:
“Sou só gazela frágil, pobre de mim”
Disse o rei: “Gazela não se nove assim”
“Sou a pedra que pontapeaste ao andar
Se me movo, foi teu pontapé que me fez voar”
[Verso 2]
Ao encolher Adão, o Leão expandiu
“Que teme uma pedra que não sofreu nem sentiu?”
Colidiu em desespero, e o leão feriu,
e alagou em sangue meia terra.
A maré veio e foi, e o vento soprou,
De pedra se fez pó, e daí o homem se levantou.
[Refrão]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, prestemos eternos”
[Verso 3]
Lebre orgulhosa e veloz parou para descansar
Tartaruga paciente seguia sem se apressar
Generosa despertou-a para o último lanço
Ofereceu-lhe a mão com bondade e cansaço
[Verso 4]
A lebre riu e subiu-lhe às costas com desdém
“Agora és minha bengala, a culpa é como me convém”
A tartaruga carregou o peso sem se opor
Era Leão disfarçado, mas rugia sem rancor
[Ponte]
A casca cresceu, e fez-se juba dourada.
Suave rugir saía em verdade proclamada:
"Dei-te a mão em auxílio, e assim me pagaste.
Corres para o castigo que tu mesmo fabricaste"
“Dou-te a mão sem vingança, e projetas-me tirano.
Que dizes de recomeçar, até sair do engano?”
[Refrão Final]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, Prestemos eternos"
Pedra LumeVontade
C
[Intro]
Como Deus era Adão, mas dele se afastou
Quis ser Leão da mata e a gazela perseguiu
[Verso 1]
Adão encheu o peito, com sonhos de realeza.
Mas quando o bom Leão surgiu, escondeu-se em esperteza:
“Sou só gazela frágil, pobre de mim”
Disse o rei: “Gazela não se nove assim”
“Sou a pedra que pontapeaste ao andar
Se me movo, foi teu pontapé que me fez voar”
[Verso 2]
Ao encolher Adão, o Leão expandiu
“Que teme uma pedra que não sofreu nem sentiu?”
Colidiu em desespero, e o leão feriu,
e alagou em sangue meia terra.
A maré veio e foi, e o vento soprou,
De pedra se fez pó, e daí o homem se levantou.
[Refrão]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, prestemos eternos”
[Verso 3]
Lebre orgulhosa e veloz parou para descansar
Tartaruga paciente seguia sem se apressar
Generosa despertou-a para o último lanço
Ofereceu-lhe a mão com bondade e cansaço
[Verso 4]
A lebre riu e subiu-lhe às costas com desdém
“Agora és minha bengala, a culpa é como me convém”
A tartaruga carregou o peso sem se opor
Era Leão disfarçado, mas rugia sem rancor
[Ponte]
A casca cresceu, e fez-se juba dourada.
Suave rugir saía em verdade proclamada:
"Dei-te a mão em auxílio, e assim me pagaste.
Corres para o castigo que tu mesmo fabricaste"
“Dou-te a mão sem vingança, e projetas-me tirano.
Que dizes de recomeçar, até sair do engano?”
[Refrão Final]
O Leão aproximou-se, sereno e sem pressa
Olhou fundo nos olhos e disse em voz serena:
“Dormamos efémeros, Prestemos eternos"
Pedra LumeNevoeiro
A
| Am G Am Dm | Am G F G | Am |
|: Am Dm G C F A# E Am :|
Hmm..
E Am E A# E Am Asus4 E F G
E Am E A#
1. É justo honrar... o que se fez...
E Am Asus4 E F G
Reconhecer o fora e era...
E Am E A#
Mas no silêncio jaz a calma...
E Am E F G
De um dia que não se espera.
Am Dm G C
2. De que vale a noite prolongar
F A# E Am
se aguarda nascer do dia?
Am Dm G C
Será maior gota que mar?
F A# E
Menor a vida que a via?
2. Este véu que o depois veste...
Dá voz á terra e ao céu...
E de todas estas coisas...
Faz sinal, e seu troféu.
Am Dm G
Há rosa branca após a dor.
C F
E vida em travessia.
A# E
Após o frio... virá calor.
F G Am
E o bem vencerá-á... No grande dia.
E A# E F G F
E Am E A#
No deserto... há rosa por plantar.
E F G
E da chuva... pode nascer profecia.
Dm C Am
E o que existe após o nevoeiro,
F E F | Am
talvez seja fonte... De alegria.
Dm G C | F A# E Am | Am Dm G C | F A# E Am
E Am E A#
É mistério o verdadeiro ventre,
E F E F G F
E para acordar o coração,
E F E
Reaparece o que se perde,
A# E Am E A#
E se procura em oração.
Am Dm E F
E os ossos secos... ganham carne
Am Dm Am E G F E Am
E Não há guerra... que a paz não desarme.
Am Dm E
Nem toda a noite é eterna...
F Am
Nem todo o silêncio é não.
Dm E
Se o futuro a Deus pertence...
F G E
não seja o medo seu guardião.
No deserto, há rosa por plantar.
E da chuva... pode nascer profecia.
E o que existe após o nevoeiro...
talvez seja fonte... de alegria.
|: Am Dm G C F A# E Am :|
Se o medo pesa...
Dê-lhe o peso a madrugada.
não é louco o que da paz faz a sua espada.